
A Virada da Liberdade 2026 entrou para a história como a maior edição já promovida do evento e um dos Réveillons mais simbólicos do país. Com público superior a 30 mil pessoas, a celebração gratuita tomou a Praça da Liberdade e consolidou Belo Horizonte como destino turístico de fim de ano, unindo grandes shows, tecnologia de ponta e forte valorização da identidade mineira.
Iniciativa do Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult-MG), com apresentação da Copasa, a Virada celebrou a chegada de 2026 com uma programação diversa, democrática e acessível, reforçando o estado como um dos principais destinos de fim de ano do país.
Calendário cultural consolidado
Para a secretária de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Bárbara Botega, o crescimento do evento demonstra sua consolidação no calendário cultural: “Essa é a maior edição da Virada da Liberdade, tanto pela curadoria de artistas e nomes de peso, quanto pela duração do espetáculo de fogos e pelo show de drones, que já se tornaram tradicionais no céu de Belo Horizonte. Isso mostra a consolidação de um evento que BH e Minas Gerais merecem”, declarou.
Ela também acrescentou que o crescimento da festa tem impulsionado a atividade turística no estado. “Por muito tempo, a cidade não teve um momento gratuito para celebrar a chegada do novo ano. E a Virada cresce ano a ano e, nesta edição, observamos um aumento de 15% na procura por ocupações na rede hoteleira da capital no período das festividades”, destacou a secretária.
O momento da virada foi marcado por um espetáculo emocionante que combinou fogos de artifício de baixo ruído, com cerca de 5.500 disparos, e um show aéreo com aproximadamente 300 drones. As luzes desenharam no céu símbolos afetivos da cultura mineira, como o queijo, o pão de queijo quentinho, a música, as montanhas, o Mineirão, o café e outros ícones que arrancaram aplausos e emoção do público.
Homenagem especial
A edição também prestou uma homenagem especial a Lô Borges, um dos maiores nomes da música brasileira e símbolo do Clube da Esquina. O legado do artista, falecido em novembro do ano passado, esteve presente em diferentes momentos da programação, com destaque para as apresentações de Juarez Moreira e da banda Lagum, que contou com a participação de Rodrigo Borges, sobrinho de Lô. Antes da contagem regressiva, um vídeo emocionante com imagens da trajetória do músico foi exibido nos telões, tocando profundamente o público.
Com um line-up majoritariamente mineiro, a programação passou pela música infantil, instrumental, samba, pop e rock, agradando públicos de todas as idades. Além dos shows, o evento contou com operação especial de segurança, mobilidade, limpeza, acessibilidade e serviços, garantindo conforto e organização durante toda a noite.
A Virada da Liberdade é uma ação do Governo de Minas, por meio da Secult-MG, com apresentação da Copasa, via Lei Rouanet de Incentivo à Cultura, patrocínio do Instituto BAT, Codemge e Itambé, e apoio do Palácio da Liberdade, Circuito Liberdade, CDL-BH e Prefeitura de Belo Horizonte.
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