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Novo terminal hidroviário de Santana (AP) amplia mobilidade fluvial na Amazônia Legal

Estrutura integra rede de Instalações Portuárias de Pequeno Porte (IP4s) e fortalece o transporte de passageiros e cargas na região

05/03/2026 às 17h25
Por: Artur Valério Fonte: Ministério dos Portos e Aeroportos
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A estrutura integra a rede de Instalações Portuárias Públicas de Pequeno Porte (IP4) e fortalece o transporte de passageiros e cargas na Amazônia Legal, onde os rios são as principais vias de deslocamento da população. Foto: Divulgação/Dnit
A estrutura integra a rede de Instalações Portuárias Públicas de Pequeno Porte (IP4) e fortalece o transporte de passageiros e cargas na Amazônia Legal, onde os rios são as principais vias de deslocamento da população. Foto: Divulgação/Dnit

Com investimento de R$ 23 milhões do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), o novo terminal hidroviário de passageiros de Santana (AP) vai ampliar a mobilidade fluvial e melhorar o transporte para a população que depende das hidrovias na região. A estrutura possui cerca de 4 mil metros quadrados de área e atende rotas utilizadas diariamente por passageiros e embarcações que conectam municípios e comunidades ribeirinhas.

Localizado em um dos principais pontos de conexão fluvial do estado, o terminal foi projetado para ampliar a capacidade de atendimento e melhorar as condições de operação das embarcações que realizam o transporte regional. A estrutura integra a rede de Instalações Portuárias Públicas de Pequeno Porte (IP4) e fortalece o transporte de passageiros e cargas na Amazônia Legal, onde os rios são as principais vias de deslocamento da população.

"O terminal hidroviário de Santana representa um avanço importante para a mobilidade fluvial no Amapá. A estrutura amplia a capacidade de atendimento aos passageiros e melhora as condições de embarque e desembarque nas rotas que conectam municípios e comunidades ribeirinhas”, afirmou o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho.

A IP4 foi projetada para receber embarcações com capacidade de até 1,2 mil passageiros e permitir a atracação simultânea de até cinco embarcações. A infraestrutura também está preparada para o embarque e desembarque de cargas de até 30 toneladas, contribuindo para organizar as operações e reduzir o tempo de espera das embarcações.

Atividade portuária

No município de Santana, a atividade portuária já movimenta volumes expressivos. Somente em 2025, o Porto de Santana registrou cerca de 3,5 milhões de toneladas de cargas movimentadas, reforçando o papel do município na logística da Região Norte.

“A IP4 de Santana permite estruturar melhor os pontos de embarque na hidrovia e dar mais previsibilidade às operações. Esses terminais fazem parte da estratégia do Governo Federal para qualificar a infraestrutura hidroviária e fortalecer a logística nas regiões atendidas pelos rios”, destacou o secretário nacional de Hidrovias e Navegação, Otto Luiz Burlier.

Expansão das IP4 na Amazônia Legal

Na Amazônia Legal, os rios são as principais vias de transporte para milhares de pessoas. Em muitas cidades, o deslocamento entre municípios e comunidades ribeirinhas depende diretamente das embarcações, que também garantem o abastecimento de alimentos, combustíveis e outros produtos essenciais.

Somente em 2025, o Ministério de Portos e Aeroportos investiu R$ 292,8 milhões na implantação e modernização de IP4 na Região Norte, ampliando a infraestrutura voltada ao transporte fluvial de passageiros e cargas.

“O fortalecimento da infraestrutura hidroviária na Amazônia é essencial para melhorar a mobilidade da população e a logística da região. A ampliação da rede de IP4 leva mais segurança e melhores condições para o transporte nas hidrovias amazônicas”, enfatizou o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho.

Segundo o diretor de Gestão Hidroviária do Ministério de Portos e Aeroportos, Eliezé Bulhões, a expansão desses terminais também tem impacto direto no cotidiano das comunidades que dependem dos rios para se deslocar. “As IP4 ampliam o acesso da população ribeirinha ao transporte fluvial e ajudam a melhorar o dia a dia de quem depende das hidrovias para se deslocar entre municípios, trabalhar e acessar serviços. É uma política pública que leva mais segurança e melhores condições de mobilidade para a região”, concluiu.

A ampliação da infraestrutura hidroviária na Amazônia Legal integra a política do Governo Federal de fortalecimento do transporte fluvial na região.

Assessoria Especial de Comunicação Social

Ministério de Portos e Aeroportos

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