
A escritora e poetisa mineira Adélia Prado, de 90 anos, recebeu alta hospitalar neste final de semana. Ela estava internada no Hospital São Judas Tadeu, no município de Divinópolis, região metropolitana de Belo Horizonte, desde 19 de janeiro, após sofrer uma queda.
Na ocasião, a escritora teve fraturas no fêmur, cotovelo e joelho. Ela precisou passar por duas cirurgias e teve evolução considerada satisfatória no pós-operatório.
No final de semana, o hospital anunciou no Instagram a alta da escritora. “Com grande alegria, anunciamos a alta hospitalar da poetisa Adélia Prado. Compartilhamos essa notícia com gratidão e esperança, desejando-lhe uma recuperação serena, com saúde, conforto e bem-estar”, diz o texto.
Comunicado divulgado no Instagram informou que Adélia está em casa. “Com muita alegria e com muita gratidão a todos os que torceram pela recuperação da saúde de Adélia, comunicamos que ela recebeu alta e está em casa. Em breve, ela mesma poderá agradecer a cada um de vocês pelo carinho e pelas orações”, diz a nota.
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Além de escritora e poetisa, Adélia Prado também é professora e filósofa. Ela lecionou por mais de 20 anos e em 1975 lançou seu primeiro livro: Bagagem . Vieram muitos outros depois, como O Coração Disparado (1978), Solte os Cachorros (1979), O Pelicano (1987), O Homem da Mão Seca (1994).
Adélia Prado é vencedora do Prêmio Camões, o reconhecimento mais importante da literatura portuguesa, e do Prêmio Machado de Assis, a mais importante honraria da Academia Brasileira de Letras, ambos recebidos no ano de 2024.
Em 2025, após doze anos sem publicar um livro inédito, desde Miserere (2013), Adélia Prado retornou com O jardim das oliveiras , uma coletânea de 105 poemas.
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